Meu coração dói ao ver as imagens do Japão.
Não dá pra imaginar o que as pessoas estão passando por lá, a dor da perda, da vida devastada de repente.
Que Deus haja com misericórdia e nos dê, de alguma maneira a Sua paz e Sua providência.
Que a nossa oração seja o elo de ligação levando um pouco de vida e esperança aos que lá se encontram.
"Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro. O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra."
Salmos 121:1-2
“Levantai os vossos olhos para os céus e olhai para a terra
em baixo; porque os céus desaparecerão como a fumaça, e a terra
se envelhecerá como um vestido; e os seus moradores morrerão
semelhantemente; a minha salvação, porém, durará para sempre, e
a minha justiça não será abolida”.
Isaías 51:6
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sábado, 12 de março de 2011
Pray for Japan
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23:16
Postado por
Bia Mello
1 comentários
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Noticia
Queridos,
A noticia nao eh a que gostariamos de dar, mas hoje descobrimos que nosso futuro baby virou um anjinho.
Tivemos uma visita ao medico e constatamos que ocorreu um aborto embrionario, provavelmente por ma formacao do feto.
Deus sabe de todas as coisas, neste momento delicado peco a oracao de todos, para que o Senhor nos console, Ele esta a frente de tudo.
Bia, Edu e Victor
A noticia nao eh a que gostariamos de dar, mas hoje descobrimos que nosso futuro baby virou um anjinho.
Tivemos uma visita ao medico e constatamos que ocorreu um aborto embrionario, provavelmente por ma formacao do feto.
Deus sabe de todas as coisas, neste momento delicado peco a oracao de todos, para que o Senhor nos console, Ele esta a frente de tudo.
Bia, Edu e Victor
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Adeus à minha Vovó Marina
Com grande pesar, recebi a notícia de que havia perdido a minha vózinha. Vó Marina, a única vó que conheci. Além da sua irmã, que chamamos de Tia Nega. Viveram juntas por quase a vida inteira e hoje se despediram.
Minha avó já estava bem doente. Ao longo de seus 94 anos (se não acertei a idade, era em torno disso) viveu uma vida de muita luta, muitos desafios, muito trabalho.
Ainda bem jovem, saiu fugida (mesmo!) do Nordeste com cinco filhos debaixo do braço, não deixou nenhum pra trás. Livrou-se dos maltratos do marido (meu avô, uma criatura difícil, daqueles homens que acham que esposa é capacho), veio pra São Paulo pra tentar viver com um pouco de paz e dignidade.
E conseguiu. Batalhou, mas conseguiu.
E sempre foi um doce, falava pouco, ria muito. Curiosa, amável, desconfiada com tudo e todos. Tivemos o privilégio, eu e meus irmãos, de crescer bem pertinho dela, já que morávamos no mesmo terreno, embora em casas separadas. E ela sempre respeitou nosso espaço, nunca tivemos problemas de relacionamento, embora vivessemos tão próximos. Uma linha imaginária foi traçada, a linha do respeito.
E a casa da vó sempre foi um lugar especial. Porta com porta, mas outro cenário, outra dimensão. Lá a gente podia comer bolinho de chuva, tomar café cheio de açucar (só pelo prazer de fazer "coisa errada", que na nossa casa era proibido, mas na casa da vó podia...rs), morrer de rir com a leiteira que apitava quando o leite fervia, mas que ela insistia em manter apitando por vários minutos. Quando minha mãe avisava: "D. Marina, pelo amor de Deus, desliga esta leiteira...o leite já ferveu!!! Ela na maior calma ria e respondia: "Ah, filha...ainda não "feuveu" bem não...deixa ai apitando mais um bocadinho..." rs
Já bem idosa, muitos problemas de saúde fizeram com que ela esquecesse de tudo e aos poucos, de todos. Ano passado estive com ela no Brasil, grávida de 5 meses do Victor, seu quarto(?) bisneto. Numa tentiva de manter uma conversa, após uma meia hora juntinhas, ela não sabia quem eu era. Esquecia a cada dois ou tres minutos que passavam.
E perguntava pra irmã, fiel escudeira: "Nega, quem é essa moça bonita que tá aqui nos visitando? E que barrigão, meu Deus! " rs
Vó Marina, você sempre foi um exemplo de vida pra mim. Sua garra, sua perseverança e a sua esperança sempre encheram meu coração de orgulho de ser sua neta.
Seus ensinamentos, seu amor a Deus, sua paixão e compaixão pela vida são dons que levarei pra sempre na memória. Só lamento não poder ter te apresentado o Victor, nem ter podido estar contigo neste ultimo momento, a distância física me impediu.
Que o Senhor a receba de braços abertos e que tenha separado pra senhora um lugar lindo, no reino celestial. Voce merece, vó! Sinto muito sua perda!
Te amo!
Agosto 2009, grávida do Victor - Nosso ultimo encontro
Dezembro de 2009: Vó Marina, Tia Nega e meus irmãos Digo e Mano
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